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Câncer e tratamentos para comorbidades: Onde há neurônio há esperança!

A esperança não cura o câncer, mas dá ânimo ao paciente para que continue o tratamento, pois o tempo e o diagnóstico dessa patologia pode variar entre um mês e anos. Os mais comuns são estes: câncer de mama, sarcoma, leucemia, mieloma, câncer de cabeça e pescoço, colo do útero, intestino e fígado, além de alguns casos de metástases.  A fadiga é o sintoma mais prevalecente na doença oncológica, ocorre em 75% a 95% dos pacientes. É debilitante por comprometer as atividades da vida diária e ocasionar prejuízos à qualidade de vida. Sobre os tratamentos, os pacientes têm sido submetidos a quimioterapia, cirurgia, radioterapia e em combinações entre elas. Nenhum desses tratamentos tem como objetivo reduzir comorbidades, como ansiedade e fadiga crônica. Ao passo que para quem tem transtorno de ansiedade, a espera por notícias positivas pode trazer mais fadiga e, ainda, depressão.

Mas, o que modifica o sucesso de pessoas que reduzem níveis de ansiedade e fadiga, aumentando a esperança?

É a esperança na recuperação da saúde que leva o paciente a buscar tratamentos combinados, submeter-se a procedimentos invasivos, a mudar completamente o estilo de vida, a rotina, e a permanecer, ainda que com fadiga, nos tratamentos convencionais. Na situação de doença o objetivo básico para o controle de fadiga, ansiedade e depressão é manter a capacidade funcional do paciente e minimizar as perdas. Busca-se o bem-estar biológico, psicológico, social e espiritual.

Em pesquisa com 11 pacientes laringectomizados, o uso de estratégias como a higiene de sono, prática de exercícios, técnicas de relaxamento, cuidado nutricional e desenvolvimento de atividades de lazer, maximizou o proveito da energia e resultou em melhora física e mental dos pacientes. Atualmente, 40% dos pacientes fazem tratamentos combinados, com homeopatia, acupuntura, uso de vitaminas, psicoterapia e tratamentos para redução de ansiedade e depressão não invasivos, como a estimulação magnética transcraniana. Porém, vale uma ressalva! Somente um médico poderá analisar o caso para prescrever tratamentos. Onde há neurônio há esperança!

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