Série Freud – o que é real e o que é fictício?

A série do Netflix revela aventura policial e momentos sombrios, Freud não parece levar muito a sério a vida real de Sigmund Freud, o pai da psicanálise. Para ajudar a separar fato da ficção, listamos abaixo o que foi real e o que não foi.

Fato – Dependência química – Logo nos primeiros minutos da série, Freud (Robert Finster) é visto tomando uma solução de um psicoestimulante diluído em água. Sigmund Freud, no final do século XIXm 1884 publicou um artigo chamado “Über Coca” (ou “Sobre Coca”), em que discutia o potencial da substância para a cura da histeria e outras “doenças da alma”. Hoje, sabemos o prejuízo que a dependência por esse psicoestimulante provoca.

Ficção – O caçador de serial killer – Freud nunca usou habilidades para achar psicopatas.

Ficção – Fleur Salomé – A personagem médium não existiu na vida real. Entretanto, pode ter sido inspirada por Lou Andreas-Salomé, uma grande amiga do psicanalista.

Fato – Palestras na Universidade de Viena e trabalho na clínica – Freud se formou em Viena e mostrou diversos estudos de caso e métodos inovadores na mesma instituição. Após se formar médico, imergiu em novos métodos em atuações clínicas que o tornaram o pai da Psicanálise.

Ficção – o plano dos Szápáry – a família é real, porém as personagens bem como o contexto é irreal.

Fato – O Teatro em chamas – O apartamento de Freud foi construído em um prédio onde costumava ser um teatro, no qual mais de 350 vítimas faleceram um incêndio.

Fato- Freud se casa com Martha Bernays. Na vida real, foi a única esposa do psicanalista, especula-se que o pai da psicanálise escreveu mais de 900 cartas para Martha.

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